Filosofia de adolescente.

Por Neyllane Souza .'

   Sem Limites Nunca soube ao certo qual seria o meu limite, o meu ponto de ruptura, o que me faria voltar as costas e simplesmente ignorar, esquecer e enterrar assuntos e pessoas. Nunca tive força suficiente para arranjar um e cumpri-lo à risca. Discussões, mentirinhas, mal entendidos, o diz que disse e nunca se sabe quem diz o quê, o ser uma opção e não a escolha… passei por tudo e mais ainda mas nunca fui capaz de assumir a postura de: -magoaste-me, não quero mais…Tenho memória muito curta. Sou capaz de “perdoar” (não esquecer) o mal que me fazem em poucos dias e voltar a sorrir passado pouco tempo. Mais do que isso, sou capaz de não exteriorizar o descontentamento e a raiva, por medo, inseguranças e por aí fora.. Fica tudo igual, numa normalidade anormal.Tenho para mim, que nestes últimos dias deparei-me com um bocadinho  do principio do que será o meu limite, que já tanto procurei. Verbalizei-o com um desisto… E tudo o que é verbalizado fica mais real, parece mais  a sério, deixa de ser uma coisa só imaginária da minha cabeça. Não foram as mentirinhas ou desconfianças nem mal entendidos. Não foi a falha e a falta de comunicação. Foi definitivamente a desvalorização. E com isso não, não estou a  conseguir lidar…

Nunca soube ao certo qual seria o meu limite, o meu ponto de ruptura, o que me faria voltar as costas e simplesmente ignorar, esquecer e enterrar assuntos e pessoas. Nunca tive força suficiente para arranjar um e cumpri-lo à risca. Discussões, mentirinhas, mal entendidos, o diz que disse e nunca se sabe quem diz o quê, o ser uma opção e não a escolha… passei por tudo e mais ainda mas nunca fui capaz de assumir a postura de: -magoaste-me, não quero mais…Tenho memória muito curta. Sou capaz de “perdoar” (não esquecer) o mal que me fazem em poucos dias e voltar a sorrir passado pouco tempo. Mais do que isso, sou capaz de não exteriorizar o descontentamento e a raiva, por medo, inseguranças e por aí fora.. Fica tudo igual, numa normalidade anormal.Tenho para mim, que nestes últimos dias deparei-me com um bocadinho do principio do que será o meu limite, que já tanto procurei. Verbalizei-o com um desisto… E tudo o que é verbalizado fica mais real, parece mais a sério, deixa de ser uma coisa só imaginária da minha cabeça. Não foram as mentirinhas ou desconfianças nem mal entendidos. Não foi a falha e a falta de comunicação. Foi definitivamente a desvalorização. E com isso não, não estou a conseguir lidar…

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Blogueira , 16 anos , gosto de tudo que e meu e tenho ciúmes de tudo aquilo que "deveria "ser meu. Escrever e tudo na minha vida , desde que eu comecei a praticar a arte de me expressar através de palavras muita coisa na minha vida tem mudado .Sou do tipo de pessoa que fala e compreende todo mundo , mais não e de todo mundo que eu gosto é nem e todas as pessoas que finjo compreender que eu resolvo ajudar .

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